02 julho 2010

RECORDANDO A INFÂNCIA


MEUS CAMPOS
®Gena Maria

Minha infância, meus campos, minhas saudades...
Quantas sinto!
Saudades dos meus cavalos, das cavalgadas...
Entre amigos, ou, algumas "paqueras"
Tudo era mágico, colorindo sonhos, fantasias...
E os minutos felizes dominavam os dias
e as noites... A vida parecia que, só de alegrias
seria feita em cada momento!


Como fui feliz em minha vida no campo!
Os riachos com suas águas claras, refletiam
os verdes de suas árvores que o margiavam...
O canto dos pássaros enfeitavam e
alegravam minhas tardes, onde cansada
me embalava nas redes da varanda!

Que saudades sinto de minhas férias na fazenda...
Das águas cristalinas que jorravam das minas...
Dos verdes pastos ao longe, das vaquinhas a pastar...
de seu leitinho puro, retirado na hora, ao acordar...
Do violão daquele pião, que cantarolava uma melodia...
Como sinto falta dos meus dias, das minhas férias...
Onde eu era feliz e não sabia!!!

Marília -02/07/10-SP
18:32 Horas

10 comentários:

Marilu disse...

Minha querida amiga Gena, quando somos crianças sempre queremos "ser grandes"., e se soubessemos o que é crescer, gostaríamos de ficar crianças eternamente. Nada é melhor que pé no chão, correr por entre árvores, tomar banho de riacho. Lindo poema..Tenha um lindo final de semana..Beijocas

ROBI (seudonimo) disse...

Tiempos inolvidables de la infancia, recuerdos que permanecen en nuestra memoria, bello poema, gracias Gena por tus letras, saludos desde Argentina, cariños

Saozita disse...

Estimada Gena, muito linda esta tua lembrança da infância! Quando somos crianças, temos sempre pressa em crescer, não nos apercebemos em grande parte que esse período da nossa vida, será marcante, tanto para o bem, como para o mal. A felicidade na infância é meio caminho andado para sermos adultos felizes.

Tem um bom fim de semana amiga.

Beijinho

Chica disse...

Lindíssima lembranças sempre temos das nossas infâncias, Gena! um beijo,tudo de bom,chica

Santa Cruz disse...

Gena: Lindas e belas recordações, nós sempre nos lembramos do nosso tempo de Infância já tenho dito muitas vezes como eu adorava ainda ser pequenino ou então ser um passarinho para voar e tornar a voltar ao ninho lindo esse tempo da infância. Bom fim de semana para você e linds recordações.
Um beijo
Santa Cruz

Franck disse...

Nossa, esse poema é uma viagem na memória da infância, lembrei-me dos pés descalços, boca melada, subindo em árvores, banho de igarapé... me aqueceu nesse sábado chuvoso! Coincidência que esses dias pus um poema sobre outras memórias (as minhas) da infância)!
Bj e um bom fim de semana!

Franck disse...

Nossa, esse poema é uma viagem na memória da infância, lembrei-me dos pés descalços, boca melada, subindo em árvores, banho de igarapé... me aqueceu nesse sábado chuvoso! Coincidência que esses dias pus um poema sobre outras memórias (as minhas) da infância)!
Bj e um bom fim de semana!

Franck disse...

Nossa, esse poema é uma viagem na memória da infância, lembrei-me dos pés descalços, boca melada, subindo em árvores, banho de igarapé... me aqueceu nesse sábado chuvoso! Coincidência que esses dias pus um poema sobre outras memórias (as minhas) da infância)!
Bj e um bom fim de semana!

Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do "Entre Aspas". Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs



Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.


Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.


Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

Sandra Botelho disse...

Se deixaram saudades é porque foram mesmo maravilhosos...E que saudade gostosa neh?
Bjos achocolatados